O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 25/05/2022

Na Idade Média, pessoas com deficiências físicas ou doenças desconhecidas eram mortas em massa. Isso porque, o medo prevalecia sobre o que não se encai-xava na maioria. No entanto, após séculos de descobertas, o estigma relacionado ao vírus HIV ainda prevalece. Nesse sentido, é possível analisar que a causa do pre-conceito é a desinformação, desencandeando como consequência, a exclusão em ambientes escolares, familiares e trabalhistas.

Em primeira análise, deve ser mencionada a falta de conhecimento do povo brasileiro se tratando do vírus HIV. É tido em acordo na comunidade científica a dis- seminação do vírus, que pode ser devidamente contida sem afetar terceiros. Ainda sim, pela ausência dessa informação, grande maioria dos brasileiros praticam dis- criminação, segundo o jornal Agência Brasil. Sendo assim, pode-se concluir que o conhecimento faria a diferença na quebra do estigma.

Em segunda análise, como consequência do preconceito, áreas fundamen-tais da vida humana são afetadas. O ser humano, como ser social, precisa de rela-ções pessoais para se manter saudável, o que é mostrado também na obra cine- matográfica “O extraordinário”. Dessa forma, em função da discriminação, a segre- gação é tida como natural, e assim, relações sociais são afetadas, prejudicando o desempenho do indivíduo em sociedade.

Portanto, com a finalidade de solucionar a problemática, cabe uma ação in- terventiva. Essa deverá incluir como agente principal a CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária). Assim, por meio de publicações nas redes sociais com informações eficazes e desmitificadas sobre o HIV, a população brasi- leira poderá manter-se à parte de como se dá a real disseminação. Além disso, se propagada a verdade científica sobre o assunto, o índice de preconceito se fará me- nor, o que é positivo para os portadores da doença.