O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 10/06/2022
São Tomás de Aquino defendeu que todas as pessoas precisam ser tratadas com a mesma importância. Porém, a questão do estigma associado ao vírus HIV contraria o ponto de vista do filósofo, uma vez que, no Brasil, esse grupo é vítima de discriminação constante. Nesse sentido, destacam-se dois aspectos importantes: a falta de conhecimento e a lenta mudança de mentalidade social.
Em primeira análise, a falta de conhecimento mostra-se como um dos desafios na resolução da problemática. Nesse prisma, o filósofo Schopenhauer defende que os limites do campo de visão de uma pessoa determinam seu entendimento a respeito do mundo. Isso justifica o preconceito ainda esxistente com pessoas portadores do HIV, já que por muitos anos foram propagadas informaçãoes falsas a respeirto da doença. Consequentemente sem o acessoa à informação séria sobre o assunto, essas pessoas continuaram sendo excluidas perante a sociedade, o que dificulta a erradicação do problema.
Além do mais, ressalta-se que a lenta mudança na mentalidade social também configura-se com um entrave no que tange à questão dos desafios para combater o estigma associado ao vírus da Imunodeficiência Humana. Conforme Durkheim, o fato social é a meneira coletiva de pensar. Sob essa lógica, é possível perceber, que as pessoas são influenciadas pelo meio coletivo, uma vez que,cresceram inseridas em um contexto social opressor. Consoante a isso a tendência é adotar esse comportamento de aversão as pessoas com HIV que sempre foram vistas como “nogentas” na socidade , o que torna sua solução ainda mais complexa.
Torna-se imperativo, então, desenvolver medidas que ajam sobre o problema. Para que isso ocorra, o MEC juntamente com o Ministério da Cultura devem desenvolver palestras em escolas a serem webconferenciadas nas redes sociais desses orgãos, por meio de entrevistas com vítimas do problemas e especialistas no assunto, com o obejetivo de trazer mais lucidez sobre o tema. Além disso, nesses eventos, é preciso discutir a importância do conhecimento e da busca de informações sérias no combate ao estigma associado ao HIV no Brasil, a fim de erradicar esse problema. Por fim, é preciso que a comunidade brasileira olhe com mais empatia para problemática.