O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 15/06/2022
Conforme o Art.205: A educação será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação do trabalho. De maneira análoga a isso, identifica-se um estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos fundamentais: a importância do tratamento e o preconceito para com os soropositivos.
Em primeira análise, evidencia-se a necessidade e importância do tratamento contra a infecção causada pelo micro-organismo. Sob essa ótica, as estatísticas globais da UNAIDS apontam que em 2020 cerca de 37,7 milhões de pessoas estavam vivendo com HIV no mundo inteiro. Dessa forma, nota-se a grandiosidade da problemática que deve ser solucionada e que visa diminuir o número de contágios de indivíduos.
Além disso, é notório uma repulsa por parte da sociedade em relação aos portadores do vírus. Desse modo, em conformidade com o filósofo Epicteto “só a educação liberta”. Consoante a isso, pode-se afirmar que com a educação e instruções válidas é possível mudar a mentalidade da população/coletividade, combatendo as posturas militantes baseadas na discriminação, intolerância e prejulgamento, para que assim o conceito de alteridade seja realmente posto em prática.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham amenizar o estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira. Dessa maneira, cabe ao Ministério da Saúde juntamente com o Ministério da Educação, promover diretrizes operacionais pertinentes e um plano de ação, por meio de um acordo conjunto, a fim de suprir as necessidades e adversidades previstas. Somente assim, será viável cumprir com o Art. 205 da Constituição da República Federativa.