O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 05/06/2022
A filosofia de Tomás de Aquino defende a necessidade das pessoas serem valorizadas igualmente. No entanto, a realidade do Brasil demonstra o contrário na questão do estigma associado ao vírus HIV no Brasil, que por muitas vezes esse grupo de pessoas não são valorizadas devidamente pela sociedade que os oprime. Nesse sentido, observa-se um delicado problema, que tem como causas a falta de representatividade e a influência da mentalidade social.
Nesse contexto, em primeiro plano, é preciso atentar para a laucuna de representatividade presente no problema. Para Rupi Kaur, “a representatividade é vital”. Porém, há uma hiato absurdo na representação do estigma associado ao vírus HIV, visto que a sociedade vem dissiminando ódio por não aceitarem que esse grupo tem direito de ser incluso e acolhido.
Além disso, outra dificuldade enfrentada é a questão da influência midiática. Durkheim afirma que a individualidade das pessoas é formada pela sociedade. Tal influência social é perciptível no estigma associado ao vírus HIV no Brasil, vendo que a mídia tende a ter uma mente fechada e não abre espaço para quem necessita de apoio.
Portanto, é necessário uma intervenção. Para isso, a mídia de massa deve criar um programa, por meio de entrevistas com especialistas no assunto, a fim de atualizar a mentalidade social sobre o estigma associado ao vírus HIV. Tal ação pode, ainda, ser divulgada por grandes perfis no Instagram para atingir mais pessoas. Paralelamente, é preciso intervir sobre a falta de representatividade presente no problema. Dessa forma, os fatos não serão ignorados e poderão deixar de existir.