O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 05/06/2022

Na producão Norte Americana “Educação sexual”, retrata o cotidiano de dois jovens que são pagos por estudantes de uma escola para darem conselhos sexuais. O que no começo era só um passa tempo acabou se tornando algo de extrema importância para aqueles estudantes, aonde ocorreu a prevenção e a conscientização de pessoas que eram diagnosticadas com o vírus HIV e que sofreram preconceitos de seus próprios amigos. Nesse prisma destacam-se dois aspectos importantes: A relevância da educação sexual e o preconceito descarado na sociedade.

Nesse contexto, evidencia-se que a educação sexual deveria ser algo obrigatório ou opicional em todas as escolas. Sob essa ótica, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE) afirma que 38% dos diagnósticos para pessoas com doenças sexualmente transmissíveis são direcionados a jovens e adolescentes ente 16 e 23 anos. Dessa forma, por se tratarem de doenças que não há cura, precisamos dar ênfase aos ensinamentos sobre a prevenção e o valor da vicinação contra HIV/AIDS.

Além disso, é notório, o preconceito da sociedade com pessoas que tivessam diag-nóstico possitivo, já é difícil demais passar por todo o tratamento, ainda tem que viver com a discriminação do meio e a luta pela aceitação. Desse modo, por conta do preconceito, muitas pessoas acabam desistindo do tratamento e sendo levadas a óbito. Consoante a isso, é de extrema importância a campanha do Dezembro Vermelho que prioriza chamar a atenção das pessoas para o combate ao fim do preconceito contra pessoas que testaram positivo.

Depreende-se, Portanto, a adoção de medidas que venham amenizar o estigma ao HIV na sociedade brasileira. Dessa maneira, cabe ao Ministério da Saúde em conjunto com as mídias digitais, fazer campanhas ao longo do ano sobre a preven-ção do vírus e a conscientização da população em nunca descriminar as pessoas que testaram positivo. Por meio de panfletos e comerciais em mídias digitais e sociais. Somente assim, haverá uma mudança significativa na visão da sociedade brasileira sobre a AIDS, ocorrendo o fim da discriminação e a diminuição dos casos.