O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 09/06/2022

O quadro expressionista ‘‘O grito’’, do pintor noruêgues Edvard Munch, retrata a inquietude o medo e a desesperança refletidos no seblante de um personagem envolto por uma atmosfera de profunda desolação. De maneira análoga a isso, observa-se que, na conjuntura brasileira contemporânea o sentimento de milhares de individuos assolados pelo estigma associado ao virus HIV na sociedade brasileira. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: o virus HIV na sociedade e o estigma associado ao virus HIV.

Em primeira análise, evidencia-se o virus HIV na sociedade. Sob essa ótica, de inoperancia das esferas de poder exemplifica a teória das Instituições Zumbis, do sociólogo Zygmun Bauman, que se diz, presente na sociedade, porém, sem cumprirem sua função com eficasia. Dessa forma, para a completa refutação do estudioso polanes e mudança dessa realidade torna-se imprescindivel uma intervenção estatal.

Além disso, é notorio que, o estigma associado ao virus HIV precisa da atenção do Governo para a manutenção do problema. Desse modo, de acordo com a filósofa francesa Simone de Beauvoir, ‘‘O mais escandaloso dos escandolos é que nos habituamos a eles. Consoante a isso, já que mais escandalosa do que essa problemática é o fato da população se habituar a essa realidade. Em face do exposto, o aumento de estigma associado ao virus HIV só tem a perdurar.

Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham amenizar o estigma associado ao virus HIV na sociedade brasileira. Dessa maneira, cabe o Governo e a Sociedade, por meio de; palestras, publicidades, movimentos sociais. Inclua essas e diversas outras no cotidiano, assim tendo, uma sociedade igualitaria. Somente assim, os sofrimentos emocionais retratados por Munch delimitem-se apenas ao plano artistico.