O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 07/06/2022

No Brasil no ano de 1996, se iniciava ás campanhas em combate ao HIV com a distribuição de medicamentos antirretrovirais gratuitos aos cidadãos, afim de amenizar a ploriferação do vírus e promover a elucidação acerca da Aids. De maneira análoga a isso, a ampliação do estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a inabilidade da nação e a discriminção com os soros positivo.

Em primeira análise, evidencia-se a inabilidade da nação. Sob essa ótica, De Acordo com Ministério da saúde, em 2019 cerca de 70% dos brasileiros que dispõem o vírus da HIV ainda não foram diagnosticados, ou seja, 7 a cada 10 brasileiros que possuem AIDS não sabem seu diagnóstico e continuam espalhando a doença inconscientimente, ocorrendo isto pela ausência Estatal em promover estímulos a aplicacão de testes na população. Dessa forma, reafirmando que aproximadamente 70% dos brasileiros com AIDS até o presente não foram diagnosticados.

Além disso é notório a discriminação com os soros positivo. Desse modo, em concordância com o Ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela que menciona “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”, não tem se refletido na realidade dos brasileiros no momento em que as pessoas que portam o vírus HIV até então sofrem com o estigma imposto pela sociedade como alvos a orientação sexual, identidade de gênero, profissionais do sexo e usúarios de drogas que são constantemente bombardeados de ações que violam o seu carácter e direitos humanos. Consoante a isso, “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo” somente assim poderá ser revertido o preconceito.

Desprendeende-se, portanto a adoção de medidas que venham conter o estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira. Dessa maneira, cabe ao Ministério da Saúde em parceiria com o Ministério de Educação, fazer capanhas de conscientizaçao e incentivo a teste imunológicos, por meio das mídias digitais e impressas, a fim de que se amenize um dos maiores problemas da saúde pública. Somente assim, concluindo o que foi iniciado na campanha em 1996.