O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 08/06/2022

Na série da Netflix, “Elite”, é retratado o dia a dia da Marina, uma menina portadora da AIDS( Síndrome da Imunodeficiência Adquirida), onde ela convive com inúmeros episódios de discriminação. Saindo da ficção, é perceptível que uma grande parcela da população sofre com o mesmo problema da Marina, o estigma e a discriminação acerca de pessoas soropositivas. Diante disso, é possível destacar dois aspectos importantes: o dano psicológico que é concebido à pessoas portadoras e a falta da disseminação de informações sobre a síndrome.

Sobretudo, segundo o Ministério da Saúde cerca de 920 mil pessoas são soropositivas no Brasil, tais cidadãos carregam grande quantidade de consequêcias por terem a doença, uma delas é a discriminação, causando problemas psicológicos aos portadores, além de atrapalharem no processo de tratamento do vírus, agravando o caso e podendo levar até a morte.

Além disso, é visível que não é muito discitido sobre a síndrome, mesmo havendo campanhas como o “Dezembro Vermelho”. As escolas, como local de grande fonte de conhecimento, deveriam aprofundar mais em determinado assunto, assim, conscientizando as pessoas e também frisando a importância de não discriminar os portadores, uma vez que acarretará diversos outros problemas.

Diante do exposto, é indispensável a adoção de medidas que venham a inteirar a população brasileira sobre essa grande problemática. Desse modo, é dever do governo, como órgão a garantir o bem estar geral, criar campanhas e projetos, divulgando através da mídia e da escola, buscando destacar informações importantes sobre a Aids, a fim de diminuir a desinformação e consequentemente o estigma que está associado à patologia, como é mostrado na série “Elite”