O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 20/06/2022

Em uma reportagem do domingo espetacular, mostrou a rotina de pessoas soropositivas com o a discriminação e preconceito, de maneira análoga a isso, o estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira. Nesse prisma destacam-se dois aspectos importântes: A discriminação de pessoas com o vírus HIV e O preconceito contra pessoas soropositivas.

Em primeira análise, evidencia-se a discriminação de pessoas com o vírus HIV. Sob essa ótica, cerca de 41% de pessoas, já sofreram algum tipo de discriminação na família por serem soropositivas para HIV, o que faz com que elas criem um estigma psicológico, pois visto que, além de não só sofrerem pelo vírus, também por seus famíliares. Dessa forma, muitos familiares até tem a capacidade de negarem comida feita pela pessoa com HIV por puro preconceito.

Além disso, é notório, o preconceito contra pessoas soropositivas. Desse modo, mulheres que são soropositivas dizem que o mais difícil de suportar é o preconceito. Consoante a isso, o preconceito além não só maltratar a pessoa, como também faz com que influêncie no tratamento do paciente, levando muitos a desistirem, embora precisem se adaptar a nova realidade que lhes exige mais cuidados para que possam ter qualidade de vida.

Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham amenizar o estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira. Dessa maneira cabe ao governo federal fazer com que o programa Dezembro Vermelho tenha destaque, e então assim chamando a atenção da sociedade para o fim do preconceito. Somente assim, veremos uma repostagem diferente da rotina de pessoas soropositivas.