O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 07/06/2022

A mini série brasileira “O portador” da emissora globo é retratado a história de Jayme Perland. Ao longo dessa trama ele descobre ter o vírus HIV em uma época onde não havia tratamento eficaz para a prevenção da Aids. Fica claro que a realidade do filme se assemelha com a vida de pessoas que convive com essa deficiência. Portanto, no panorama atual vemos que ainda há descaso do governo em relação a essa comunidade e a carência de disponibilização de informação.

Faz-se necessário lembrar que de acordo com as estatística da UNAIDS Brasil de HIV em 2021, 36,6 milhões de brasileiros morreram de AIDS no inicio da pandemia. A inoperância que o estado tem sob esse impasse faz com que muitas pessoas se sitam reprimidas para buscar diagnóstico, de tal forma que não é um assunto abordado de forma correta. Visto que, não haja um questionamento certo da autoridade gorvenamental, a escassez desse recurso para o tratamento faz com que a saúde desse corpo social fique em prejuizo. Logo com esses mantimentos em falta, o índice de mortes dessa comunidade aumenta.

Em sintese desse argumento, esse desmazelo que a sociedade tem sob essa pauta faz gerar um preconceito, oque acaba muitas pessoas terem descaso perante a essa dificuldade. No filme “Orfanato” da emissora Netflix, mostra que uma criança também pode ser portadora desse vírus, desmentindo uma fala social que só pessoas adultas adquire. Em vista disso, é crucial que haja um sistema de informação entre a população com essa estigmas, pois logo com acesso de comunicação viável terá informação passada com clareza.

Portanto é preciso que Aparato institucional tome devidas providência para amenizar o quadro atual. Para isso ser feito, campanhas de saúde em comunidades e palestras com médicos e piscologos deverá ser posicionado; as escolas abordar mais esse assunto demonstrando apoio passando assim apoio e segurança para os alunos. Aplicado dessa maneira, teremos uma civilização com mais consciência, e também terá queda de preconceito com esse tema, visto que as pessoas iram ter mais segurança de pronunciar mais abertamentemente, e normalizará o fato de pessoas portadoras dessa estigma serem seres humanos normais que merecem respeito.