O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 09/06/2022

Desde 1981, a AIDS tem afetado milhões de brasileiros e ainda afeta o mundo inteiro, mesmo apesar de ser uma infecção crônica manuseavel. De maneira análoga a isso, a perspectiva do estigma social brasileiro relacionado ao HIV também cresce diariamente. Nesse prima, destacam-se dois aspectos enfrentados: a não adesão ao tratamento e a discriminação sofrida pela sociedade.

Em primeira análise, evidência-se que o paciente infectado que não é sujeito ao tratamento pode ter um agravamento no seu estado. Sob essa ótica, segundo a UNAIDS, o diagnosticado que não segue os procedimentos adequados, sobrevive cerca de 3 anos. Desse modo, seguir as recomendações feita por um profissional garante maior chance de vida e evita a progressão da doença.

Além disso é notório que o preconceito sofrido ainda é uma das principais dificuldades enfrentadas pelo soropositivo nesse enfrentamento. Desse modo, a exclusão social pode afetar o psíquico tanto quanto o físico, segundo Chesler " Saúde mental ideial, como a liberdade, existe para uma pessoa apenas se ela existir para todas as outras pessoas". Consoante a isso, quando alguém que tem HIV é tratado com repúdio por àqueles que desfrutam da desinformação, essa pessoa adquire também problemas psicológicos.

Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham diminuir o estigma sofrido por pessoas com HIV no país. Dessa maneira, cabe aos profissionais da saúde, realizar campanhas, por meio de atendimento a fim de que os mais impactos sintam-se acolhidos e ouvidos. Somente assim veremos a diminuição do número de mortos e infectados pelo vírus.