O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 10/06/2022

Segundo a Constituição de 1988, assim como a educação, a saúde também é um direito de todos e dever do Estado. De maneira análoga a isso, podemos ver que nem todos estão saudáveis, um dos fatores contribuentes é o estigima associado ao vírus HIV no Brasil. Nessa pespectiva, destacam-se dois aspectos importantes: o preconceito com os soropositivos e a dificuldade de se relacionarem.

Em primeira análise, evidencia-se a discriminação com portadores do vírus HIV. Segundo o IBGE, mais de 50% da população soropositiva ja sofreram ou sofrem com o preconceito das pessoas por serem portadoras do HIV, mesmo sendo indetectáveis ao exame.Geralmente essa discriminação é demostrada por atitudes como não convidar para um evento ou recusar comer algo que a pessoa preparou.Dessa forma é evidente que o preconceito ainda se perpétua na sociedade brasileira.

Além disso, é notório a dificuldade que essas pessoas tem de se relacionar com as outras. Segundo a OMS, “Saúde é o estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente a ausência de doença”. Consoante a isso é visivel que inesiste a saúde mental e social dessas pessoas, tendo em vista que sofrem bastante com a dificuldade de se realacionarem com as outras pessoas devido ao preconceito e acabam desenvolvendo doenças mentais e sociais.

Conclui-se portanto, a adoção de medidas que diminuam o estigima associado ao HIV na sociedade brasileira. Deste modo cabe ao Governo elaborar uma linha de conduta, através do Ministério da Saúde e Educação, para que seja ensinado e explicado para a população, por meio de palestras e campanhas, que a Aids não tem cura, mas tem controle e é uma doença previnível.Somente assim, vamos amenizar o estigima associado ao HIV na sociedade brasileira.