O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 13/06/2022
Perante o quinto artigo da Constituição brasileira de 1988, nós como cidadãos temos os direitos de segurança, igualdade e liberdade. De maneira análoga a isso, existe uma grande discriminação associada ao vírus HIV em nossa nação. Nesse prisma, destacam-se quatro aspectos importantes: o assédio moral, a exclusão social, a perda de emprego, podendo chegar até a agressão.
Em primeira análise, evidencia-se o assédio moral e a exclusão social. Sob essa ótica, cerca de 64,1 % das pessoas com esse agente infeccioso sofrem preconceito. Dessa forma, mais da metade da população infectada em nosso país experienciaram e ainda lidam com essa hostilidade vinda de outras pessoas, devido à forte antipatia encontrada em nosso Brasil.
Além disso, é notório que em casos mais graves, pode-se chegar a desligação do funcionário contagiado da empresa e também a agressão. Desse modo, o filosófo Immanuel Kant disse que “O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”. Consoante a isso, está frase nos faz raciocinar que em muitas das vezes a falta de empatia e respeito já vem de casa assim gerando a discriminação. Devido a isso a segurança das pessoas com HIV coloca-se totalmente em risco.
Despreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham amenizar o estigma criado ao vírus em nosso querido país. Dessa maneira, cabe aos governos federais, estaduais, municipais e também ao setor de Recursos Humanos da empresa, fazer campanhas conscientizadoras tanto presencialmente, quanto remotamente, por meio de mídias sociais, rádios, programas de televisão, palestras em escolas e auditórios, a fim de que a população se conscientize e respeite as pessoas com a doença como um todo, somente assim a constituição brasileira de 1988 estará sendo colocada quase totalmente em vigor.