O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 02/07/2022
Na série Elite da netflix, retrata as vidas dos jovens do colégio Las encinas. Destacando-se a personagem Marina, portadora do vírus HIV. A mesma passa a lidar com a mudança e o preconceito das pessoas ao saber sobre o vírus. Ao sair da ficção, nota-se que a problemática ainda percorre a atualidade. Portanto, dois problema se destacam: O preconceito com os portadores do vírus e a falta de abordagem sobre o assunto.
Diante desse cenário, evidencia-se o preconceito com os portadores soropositivos. Sob essa ótipca, segundo o programa das Nações Unidas, 64,1% das pessoas que têm HIV sofrem alguma forma de discriminação como comentários negativos, recriminados pelos familiares e assédio verbal. Dessa forma, é preciso que a população se coloque no lugar do próximo, assim irá saber a dor que o portador passa com esses preconceitos.
Além disso, é notório a falta de abordagem sobre o vírus HIV. Dessa modo, é necessário que retores da saúde coloquem o assunto em pauta, trazendo educação sexual. De acordo com o diretor do Unaids no Brasil, Cleiton Euzébio, “Educação sexual não é ideologia, mas ciência. E tem impacto na vida e na saúde dos jovens. É tão importante tanto para trabalhar a prevenção quanto a discriminação.” De fato, é primordial haver uma educação sexual para os cidadãos.
Em vista dos fatos supracitados, faze-se necessária medidas para conter o estigma ao vírus HIV. Dessa maneira, cabe ao Governo Federal projetar um plano educacional, em parceria com o Ministério da Educação e da Saúde, por meio de uma disciplina escolar sobre ‘Educação Sexual’, palestras com portadores do vírus e comerciais na televisão sobre o preconceito, com o objetivo de levar informação aos indivíduos, a fim de amenizar esses obstáculos. Somente assim, poder mitigar o preconceito vivido pela personagem Marina.