O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 28/06/2022
Em 1988 a sociedade brasileira conheceu um dos documentos mais importantes da história: A Constiruição Cidadã, cujo conteúdo assegura direitos e deveres dos indivíduos. De maneira análoga a isso, o estigma associado ao vírus HIV fere a mesma matéria garantida por Lei que deveria deixar o corpo social homogêneo. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos: Invisibilidade e maldade humana.
Em primeira análise, evidencia-se a invisibilidade. Sob essa ótica, o filósofo e sociólogo polonês Zygmunt Bauman diz que no novo mundo-a era da informação- a invisibilidade é equivalente a morte. Dessa forma, Bauman tentava explicar o modo de vida nas sociedades capitalistas, interliga que a falta de acesso de informação faz com que os indivíduos faleçam, à medida que a elite tem a instruções sobre as doenças existentes como o HIV transmitida por vírus, a outra parcela desprovida de tais privilégios tonam como um tabú.
Além disso, é notório a maldade humana. Desse modo, o filósofo grego Aristóteles retrata a isonomia- capacidade do indivíduo de adaptar-se as particularidades dos outros. Consoante a isso, essa área do conhecimento fala sobre empatia, a maioria da nação brasileira não pratica o tal termo, resultando um preconceito e exclusão de um determinado grupo.
Despreende-se, portanto, a adoção de medidas que veham amenizar o estigma associado ao vírus HIV na engrenagem social. Dessa maneira, cabe as escolas, forte ferramenta de conhecimento, fazer palestras e rodas de conversa, por meio de médicos e relatos de pessoas que sofrem desse tipo de problema, a fim de que descontrua a visão discriminatória do micro-organismo causador de doenças. Somente assim, os direitos e deveres previstos na Carta Magna estarão sendo cumpridos.