O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 30/06/2022

O estigma associado ao vírus HIV é um tema que precisa ser abordado com maior seriedade na sociedade brasileira. Logo, o estigma se desenvolve pela falta de informação necessária sobre a doença. Assim, estimulando uma fragilidade emocional e psicológica ao portador da doença na hora de encarar o tratamento.

Em primeira análise, sabe-se que a falta de informação sobre o vírus HIV é um dos maiores agravantes para desenvolver o preconceito na sociedade. Isso porque as pessoas, infelizmente, tramitem a ideologia preconceituosa e arcaica atribuída ás doenças sexualmente transmissíveis. Entretanto, esquecem que existem outras maneiras de contrair o vírus e que portar essa doença não faz com que a pessoa vire uma ameaça para a sociedade, existem muitas formas de prevenção.

Além disso, é importante lembrar a fragilidade emocional e psicológica como consequência dos estigmas existentes. Ao passo que prejudica a pessoa na hora de enfrentar o tratamento, de ter força para se cuidar e saber que seu bem-estar

influencia diretamente na sua saúde, sem se envergonhar diante da situação. Uma vez que a dignidade humana é um fundamento previsto no artigo 1 da Constituição Federal, esse tipo de preconceito fere princípios constitucionais básicos para a construção de uma sociedade justa.

Desse modo, cabe ao Ministério da Saúde promover palestras e programas de

conscientização para que forneçam maiores informações e conhecimento para as

pessoas e as sensibilizem sobre os efeitos negativos que os estigmas afetam a saúde e o bem-estar do portador. A fim de gerar uma sociedade mais empática e justa.