O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 01/07/2022
No modo de tratamento nazista, os judeus eram tirados do convívio social pela sua própria raça, assim fazendo uma alusão histórica ao tratamento de portadores do vírus HIV não se é muito diferente, por todo seu estigma criada, essas pessoas recebem tantas ofensas e preconceitos que se excluem da sociedade. Nesse âmbito, esse tratamento extremamente hostil vem da precáriedade de informações sobre o vírus HIV de uma forma clara e também da criação de ideais conservadores na sociedade brasileira.
Em primeira análise, a précaria informação sobre o vírus HIV no Brasil é uma forma de gerar estigmas, por essa excasses de saberes válidos, pessoas portadoras de HIV sofrem todos os dias pelos preconceitos que recebem, como dizia o pensamento de Albert Aisten, este que diz que “quando uma mente se abre para uma nova ideia, é impossível voltar ao seu tamanho original”. Dessa forma, quando um conhecimento pe adquirido, não exitem motivos para julgar o outro, o HIV é uma doença com tratamento e todo cuidado necessário e as pessoas precisam saber disso para extinguir toda essa discriminação.
Ademais, a criação de ideais corservadores na sociedade brasileira, é outra questão que precisa ser reformulada, esse conservadorismo quer manter as ideias antigas sob influência atua, porém isso não faz mais sentido com o avanço da ciência a favor de portadores das DST (doença sexualmente trasmitivel), o mundo evolui cada dia mais, e cada pessoa deve acompanhar isso. Portanto, pensamentos precários que passam de geração em geração, trazendo crenças limitantes que gerando todos os estigmas sobre a doença, já não fazem mais sentido.
Em suma, é evidente que medidas precisam ser tomadas para minimizar ou até acabar com os estigmas associados ao virús HIV na sociedade brasileira. Nesse contexto é necessário acrescentar na grade curricular obrigatória das escolas brasileiras, sobre doençãs sexuais e o respeito à quem adquiriu elas, visto o quanto a ciência evoluiu, e cabe ao estado analizar isso criando aulas e palestras didáticas de ensino para cada idade, adquirindo assim o conhecimento necessários as gerações que estão ingressando no mundo, e com o tempo extinguindo toda forma de discriminação.