O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 24/07/2022

A obra literária “Utopia”, produzida pelo escritor inglês Thomas More, retrata uma sociedade perfeita, em que a cidadania e a efetividade do estado são primordiais para essa nação ideal. fora da literatura, ao observar o estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira, nota-se que essa idealização de More não é cumprida, visto que a população permanece imoral e sem ação. Nesse viés, vale destacar a discriminação com os sorospositivos e por consequência a falta de emprego e desenvolvimento dos mesmo.

Portanto, é imprescindível que a sociedade continue com discriminação com os indivíduos infectados com o HIV. Tendo em vista, que é apenas uma doença, e como todas as outras, é necessário o tratamento e a compreensão de todos. Uma grande parcela dos infectados alegam sofrerem preconceitos devido a sua situação, e em muita das vezes, esses preconceitos são por parte de seus amigos e até mesmo dos seus familiares, os deixando constrangidos e até mesmo os excluindo de atividades em conjunto, apenas pela ignorância em torno do vírus, os deixando com “cicatrizes em suas memórias”.

Segundamente, vêm a exclusão em seu trabalho, fofocas, mentiras, desmerecimento, não receber as devidas promoções, ou até mesmo a demissão em casos mais extremos. Também é evidente o “fechamento das portas” em novos empregos, visto que o preconceito é mais forte que a voz crítica da sociedade, simplesmente por causa de uma doença, é desclassificada a competência de uma pessoa. Com tudo isso, os afetados têm os seus desenvolvimentos no âmbito trabalhista afetados, pelo fato de seus psicológicos estarem sobrecarregados com todas as críticas e ações dos preconceituosos.

Logo, é necessária a mitigação dessa problemática o mais breve possível. As escolas devem fazer mais palestras, a fim de conscientizar os alunos e futuros adultos sobre o preconceito que envolve o HIV e os ensinar que não se deve praticar tal atitude. E as Mídias também devem ajudar, criando cartazes, palestras, vídeos ou até mesmo posts, afim de deixar os indivíduos cientes do sofrimento e necessidade da inclusão dos soros positivos, e não se pode esquecer dos tratamentos, assim, chegando mais perto da tão falada “Utopia”