O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 15/09/2022
A Constituição federal de 1988 asegura a todos os cidadão brasileiros garantia de liberdade, bem-estar e acesso aos direitos básicos. Entretanto essa se tornou uma realidade utópica, tendo em vista o estigma associado ao HIV na sociedade brasileira, que ocorre em função do alto nível de desinformação acerca desse assunto e da invisibilização dos indivíduos soropositivos. Assim, torna-se necessária a urgente análise desse problema para que possa ser intermediado de forma eficaz o mais rápido possível.
Em primeira análise, é perceptível a grande falta de informação em relação a AIDS. Isso decorre do fato de que as pessoas ficam tão presas a pequenos dados que não buscam estudar, averiguar e entender a doença antes de julgar e excluir pessoas portadoras da mesma. Essa desinformação acaba prejudicando de diversas formas a vida desses indivíduos que sofrem todos os dias com o preconceito enraizado na sociedade no que se refere a essa problemática.
Além disso, é evidente que os casos de HIV são algo ainda muito invisibilizados no país. Isso ocorre pelo fato dessas pessoas prescisaram esconder que são vítimas da AIDS por causa da descriminação, que acaba gerando muita insegurança e muitas vezes vergonha até mesmo de procurar uma ajuda médica por medo do julgamento da sociedade e da própria família.
Portanto, o governo por meio do Ministério da Saúde - orgão responsável pela administração e manutenção da saúde pública do Brasil - deve promover palestras que informem a população a respeito do HIV e criar campanhas como a do Dezembro Vermelho. Visando assim, o fim do preconceito contra soropositivos e a efetização da garantia de bem-estar a todos alegada na Magna Carta de 1988.