O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 14/08/2022

A Constituição federal de 1988 prevê, em seu artigo 6°, o direito à saúde como inerente a todo cidadão brasileiro. Entretanto, esse direito não é garantido a todos no Brasil. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: o preconceito com pessoas que possuem HIV e os problemas que o HIV causa a saúde.

Em primeira análise, evidencia-se que as pessoas que possuem o vírus imunodeficiência(HIV) sofrem uma série de preconceitos no cotidiano devido a falta de informação das pessoas. Sob essa ótica, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE) em uma pesquisa feita na cidade de Brasília, cerca de 78% das pessoas soropositivo já sofreram alguém tipo de preconceito. Dessa forma, a sociedade precisa se informar mais a respeito do assunto para que esse preconceito possa acabar.

Além disso, é notório que o HIV é muito prejucial a saúde, e que um dos principais sintomas é a febre e o mal estar. Desse modo, “A saúde é direito de todos e dever do estado, garantir por meio garantido mediante políticas sociais e econômicas que visam a redução de doenças e de outros agravos ao acesso universal- Artigo 196”. Consoante a isso, é necessário que as pessoas façam um teste para saberem se estão ou não com vírus, se caso der positivo, começar o tratamento o quanto antes para que esse vírus não passe de estágio.

Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham diminuir o HIV na sociedade Brasileira. Dessa maneira, cabe ao governo fazer uma conscientização, por meio de campanhas e palestras nas escolas, a fim de ensinar a sociedade sobre o vírus e acabar com as dúvidas de todos, para que o preconceito não seja mais presente e ensinar a importância de tratar o vírus para que ele não possa piorar. Somente assim, vamos estar agindo de acordo com a Constituição de 1988.