O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 16/09/2022

A Organização Mundial da Saúde, no ano de 1947, homologou o conceito amplo de sáude como um estado pleno de bem-estar físico, mental e social. Dessa forma, para o presente contexto, compreender a importância da saúde mental e bem-estar social para o indivíduo faz-se necessário. Visto que, para discutir o estigma associa-

-do ao vírus HIV na sociedade brasilera é imprescíndivel destacar seu impacto na sáude e o papel da educação no combate a essa prática.

Primeiramente é de grande valia ressaltar, que mediante o tratamento, o indiví-

duo portador do vírus HIV pode ter uma vida plena, gozando assim dos mesmos di- -reitos e deveres de todo cidadão. Logo, o preconceito orientado ao paciente aco-

-metido pelo vírus manifesta-se como ferramenta de segregação, sendo nutrido pu-

-ramente pelo senso comum. Dessa forma, para o presente contexto, a educação e-

merge como ferramenta para o combate ao estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira.

Outrossim, faz-se necessário elucidar o impacto do preconceito na saúde, tendo em vista que além de atingir a saúde mental e bem-estar social dos pacientes pode também atingir seus entes queridos e familiares. Visto que, a pressão exercida pelos atores sociais, responsáveis pela prática do preconceito, poderá ocasionar a descontinução do tratamento, esse que é imprescindível para a manutenção do estado de bem-estar físico do paciente. Ademais, quando orientado ao familiar, o preconceito pode resultar no enfraquecimento dos laços de apoio, infuenciando negativamente o bem-estar social do indvíduo. Dessa forma, a existência do preconceito associado ao vírus, em alguns casos, manifesta-se como uma situação mais danosa que o próprio quadro clínico em si.

Portanto, o estigma associado ao vírus HIV deve ser combatido. Para isso, uma ação do Ministério da Saúde com o intuito de informar os mecanismos do vírus HIV, sobretudo destacando os impactos do preconceito no paciente deverá ser realizada. Tal ação será pautada na realização de palestras, as quais serão ministradas em instiutições educacionais e centros comunitários. Essa ação deve ser realizada a fim de combater o estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira.