O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 23/04/2024
Na obra “Utopia” do filósofo inglês Thomas More, é retratado um mundo ideal livre de preconceitos e descrimnações. No entanto, na sociedade brasileira atual os portadores do do vírus sofrem um pesado estigma, que causa dores e constrangimentos desnecessarios a estes. Sendo assim, a desinformação da população e a inércia governamental agravam um problema que deveria ser de claro conhecimento de todos.
Primeiramente é importante ressaltar que o HIV, que ja foi chamado de “cancer gay” por jornais no passado, apesar de ainda não possuir cura, possui tratamento eficaz que possibilita sobrevida normal aos contaminados. Além disso, utilizando camisinha ou a PrEP, pré-relação, é possível pessoas portadoras e não portadoras terem um relacionamento comum. Portanto, é nescessario concientizar as pessoas de todos os avanços e possibilidades que a medicina moderna possibilita em relação ao HIV.
Ademais, quando Markin, um estilista conhecido dos anos 70, foi a primeira vítima brasileira de renome a sucumbir perante o vírus em 1983, os governantes da época pouco fez, além de taxa-lo como degenerado e culpar sua sexualidade. Ainda hoje, existe omissão estatal no sentido de comentar muito pouco sobre o problema, o que leva a 200 mil pessoas no Brasil saberem que tem a doença e não buscar tratamento, muitas veses com vergonha do julgamento social.
Assim, com todos os argumentos supracitados, é notavel a missão do Estado em direcionar campanhas de concientização no combate de preconceitos e descrimnações. Estas campanhas mencionadas precisam de divulgação nos mais diversos meios de comunicação para atingir a maior quantidade possivel de pessoas com a findalidade de romper o estigma negativo que os portadores da doença carregam. Apenas assim será alcançado o mundo perfeito vislumbrado por Thomas More.