O futuro do ser humano diante do crescente sedentarismo tecnológico
Enviada em 11/09/2025
No filme “Wall-e”, da Pixar, vê-se uma realidade distópica onde os humanos foram ao espaço e vivem em uma grande nave tomada por tecnologias e “fast foods”, uma situação onde todos são obesos e incapazes de andar. Fora da ficção, o mundo vive em uma era digital e o crescente sedentarismo tecnológico ameaça o bem-estar no futuro da população, este cenário é causado pelo consumo desenfreado do mercado digital, assim, tendo o aumento de doenças associadas aos hábitos diários.
Em primeira instância, é notável o consumismo desenfreado do mercado digital, uma vez que o mesmo é chamativo, inovador e mais cômodo que a prática de exercícios. No desenho “Lazy town”, Stephanie, uma criança de 8 anos, se mua para uma vila onde todas as crianças são viciadas em “videogames” e ela decide convencê-los a brincar com ela na rua. De volta à realidade, observa-se uma era onde as crianças preferem se divertir com aparelhos eletrônicos do que com brincadeiras advindas de uma prática corporal, assim, agravando o cenário do sedentarismo tecnológico na sociedade.
Em segundo plano, o aumento do fenômeno do sedentarismo tecnológico, aumentou o número de doenças que são reflexos de maus hábitos, já que a prática física previne diversas doenças e sua ausência é extremamente prejudicial ao ser humano. Em 2025, o portal de notícias G1, publicou uma matéria sobre estudos que diziam que o índice de obesidade infantil no Brasil se apresenta maior que o de desnutrição em 56,7%. Portanto, é possível observar que o problema apenas mudou e a problemática atual reflete a falta de exercícios físicos e suas consequências.
Com isso, é necessária uma ação que resolva a problemática, para isso, o Ministério do Esporte deve incentivar a prática de exercícios, por meio de projetos comunitários de esportes, com competições para torná-los chamativos, de modo que a população se interesse pela prática, evitando cenários como do filme “Wall-e”.