O futuro do ser humano diante do crescente sedentarismo tecnológico
Enviada em 15/09/2025
No documentário “O Dilema das Redes”, funcionários das big techs expõem as reais intenções da tecnologia no futuro humano, esclarecendo uma prévia futurística de pessoas doentes e cada vez mais alienadas à realidade. Sendo perpetuado do século XXI em diante, precariedade nos hospitais e dependência tecnológica.
Diante desse cenário, é pertinente mencionar que a superlotação de hospitais parte da afirmação dada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de que o mundo está tendo um crescimento exponencial no que diz respeito à obesidade e à diminuição da prática de atividades físicas. Desse modo, a inércia decorrente do uso exacerbado da tecnologia evidencia um ciclo futuro de pessoas diabéticas, hipertensas e obesas, ao escolher jogar videogame em detrimento de se exercitar.
Além disso, segundo o neurocientista Eslen Delanogare, a tecnologia está diretamente ligada ao sistema de recompensa do cérebro — sistema esse responsável por gerar prazer, devido à liberação do neurotransmissor dopamina, que, por sua vez, é o mesmo sistema psíquico de dependentes químicos. Ou seja, o efeito da tecnologia no cérebro ocasiona dependência, a qual, aliada ao sedentarismo, resulta em uma população doente e subordinada à tecnologia.
Portanto, urge a necessidade de proteger o futuro humano. Assim, cabe ao governo — instituição responsável pela garantia do bem-estar social — estimular a prática de exercícios físicos, por meio da abertura de academias públicas e centros esportivos custeados por parcerias com empresas privadas e isenções fiscais. Ademais, é fundamental que as escolas implementem programas educativos sobre o uso consciente das tecnologias, bem como que a mídia promova campanhas de conscientização acerca dos riscos do sedentarismo. Dessa maneira, será possível reduzir o contato excessivo com as telas e consolidar um novo lazer coletivo, saudável e sustentável, fora dos limites virtuais.