O futuro do ser humano diante do crescente sedentarismo tecnológico
Enviada em 30/09/2025
O artigo 24, da Declaração Universal dos Direitos Humanos - DUDH - afirma o direito ao lazer, contudo, os esportes estão cada vez mais evasivos quando esse artigo é usufruido, por causa do sedentarismo tecnológico. Visto isso, o futuro do ser humano, diante do crescente sedentarismo tecnológico precisa ser discutido para ser desestimulado por leis. Consequentemente, as escolas têm influência sobre o ócio também.
Sob essa ótica, a legislação de um país não serve apenas para punir crimes, por isso, pode servir para a discussão da saúde pública e evitar a preguiça. Nesse senti-do, entede-se que o governo tem poder para resolver o impasse do sedentarismo tecnológico, pois assim como decretou-se a quarentena na Covid-19, consegue-se impor uma hora de exercícios diários. Posto isso, segundo o G1, o brasileiro passa em média 9 horas por dia no celular, ou seja, algo tão perigoso à saúde física mere-ce intervenção jurídica para proteger o povo de doenças.
Outrossim, não só a legislação, mas também a escola é negligente, pois é a escola que ensina os padrões da vida social. Nesse viés, compreende-se que as institui-ções educacionais têm que erudir aos princípios básicos de saúde para que os cidadãos passem menos tempo em frente às telas, haja vista que o Instituto Brasi-leiro de Geografia e Estatística aponta que 47% do brasileiros são sedentários. Nes-sa perspectiva, o Arnold Schwazernegger com seus vídeos sobre musculação pode-ria servir de material didático digital no ensino médio, para fomentar a educação física. Desse modo, as escolas podem ajudar os jovens a passarem menos de 9 ho-ras por dia, na internet, conforme a informação do G1.
Infere-se, portanto, que o artigo 24 da Declaração Universal dos Direitos Huma-nos oferta o mérito ao lazer, todavia não anuncia as maneiras saudáveis de diver-são, por isso as leis e as escolas devem indicar o que fazer no tempo livre. Destar-te, o Senado, este que cria as leis, precisa decretar incenteivos aos exercícios físicos no país, por meio de votações, a fim de minimizar o ócio causado pelo aumento do recreamento digital em vez do físico.