O futuro do ser humano diante do crescente sedentarismo tecnológico

Enviada em 04/10/2025

O sedentarismo nos dias atuais, pode ser comparado a “moda” do cigarro, no início dos anos de 1900, a qual existia uma certa normalidade em algo extremamente prejucial a saúde. A partir desse pressuposto, é válido destacar, que

o sedentarismo vem se tornando algo comum, principalmente, devido ao: interesse da indústtria em manter o vício ativo das pessoas nas telas, e devido a negligência, basicamente, dos pais no monitoramento dos filhos.

Sob uma primeira análise, é valido destacar que a indústria tem papel fundamental no aumento da problemática, visto que aumentar o tempo de uso da tecnologia, é algo vantajoso, devido ao lucro proporcionado. Nesse caso, é válido destacar o pensamento da filósofa Hannah Arendt, em sua obra “Eichmann em Jerusalém”, a qual destaca a banalidade do mal. Sob esse prisma, a filósofa salienta que, a indústria vem cada vez mais objetivando os ganhos, porém se esquecem do principal fator,a saúde, o que pode argumentado pela normalização do perigo apresentado por tal comportamento, assim como descrito pela autora.

Outrossim, é necessário apresentar a atitude, principalmente, dos pais, como primeiro argumento para a tedência dos filhos, em apresentar um comportamento sedentário. Nessa perspectiva, o tempo de dedicação dos progenitores no trabalho, ocasiona na falta de interatividade entre, pais e filhos, o que pode inflingir na busca pela conexão com o mundo tecnológico, como tentativa de fuga, devido a falta de relações interpessoais. Dessa forma, é importante lembrar do pensamento do sociólogo Zygmund Bauman, em sua teoria da mordernidade líquida , que evidencia ainda mais a falta de solidez ,no elo familiar, o que é consequência das mundanças no mundo, devido a exposição tecnológica. Dessa maneira, o sociólogo reafirma a falta de vínculos na era atual devido a ‘‘fluidez’’ do globo morderno.

Logo, é necessário que a indústria - principal fator do problema -, mude seu comportamentento, a fim de evitar a crescente onda de sedentarismo, através de ações menos invasivas em sua lógica de consumo, consequentemente, se afastando do imbróglio. Sob esse plano, o futuro da humanidade seria cada vez menos, assolado por essa problemática, o que ocasionaria um futuro diferente do proposto por Arendt.