O impacto da exposição a telas no desenvolvimento infantil
Enviada em 10/08/2022
Exposições a telas, isto é, celulares, computadores e televisão, por parte das crianças, já era considerada preocupante antes da pandemia do Covid19. Após esse evento, impactos no desenvolvimento infantil relacionados a essa exposição tornaram-se ainda mais visíveis, dentre eles a deficiência motora e cognitiva, além de episódios de compulsão alimentar.
Devido a restrição das atividades diárias como escolares, físicas e sociais pela pandemia, crianças e adolescentes desfrutaram de mais tempo em casa e consequentemente houve maior exposição destes a telas. Tal fato se confirma em reportagem disposta pela Agência Brasil, onde a média de horas destinadas a esses equipamentos, que antes eram de 3, passou a ser 6 horas diárias ou mais. Com isso, impactos no desenvolvimento infantil evidenciaram-se.
Dentre esses impactos dá-se enfâse ao desenvolvimento motor -postura e movimento- e cognitivo -raciocínio-, já que a infância é o principal período onde se amplia essas habilidades. Ademais, outro impacto relevante referente a exposição demasiada as telas pelas crianças trata-se da compulsão alimentar, visto que a atenção total é dada por eles somente ao que se assiste ou joga, sem perceber a quantidade de alimento ingerido.
Destarte, é imprescindível que os pais e os responsáveis controlem o uso dos equipamentos eletrônicos por parte das crianças, firmando seus horários. Além do mais, nas horas vagas, os mesmos devem estimular a leitura, a contação de histórias, a escrita e as atividades físicas como jogar e caminhar. Com efeito, as crianças irão destinar menos tempo tempo as telas e evitar deficiências motoras e cognitivas, além da compulsão alimentar.