O impacto da exposição a telas no desenvolvimento infantil
Enviada em 13/08/2022
Com o constante avanço da tecnologia, que proporciona praticidade para o cotidiano, é muito comum o uso de dispositivos eletrônicos em grandes períodos do dia, portanto, pesquisam mostram que a exposição a telas por muito tempo pode causar diversos problemas em crianças, tais como: déficit de atenção, ansiedade, aumento de impulsividade, obesidade, entre outros. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), é recomendado que crianças menores de 2 anos não tenha nenhum contato com telas, para evitar impactos em seu desenvolvimento.
Inegavelmente, o consumo de conteúdo de maneira passiva, resulta em um conforto para o usuário, entretanto, a partir do momento que o consumidor troca a prática de exercícios físicos por atividades como, jogos de videogame ou TV, esta comodidade se torna um malefício, ou seja, as crianças que ficam mais tempo entretidas com telas, briancam menos, queimam menos calorias e consequentemente engordam mais. Em suma, a taxa de crianças obesas ou acima do peso aumentou em 70% no Brasil.
Além disso, a ansiedade infantil elevou em 25% neste último ano. Na maioria dos casos, este problema surgiu do contato constante com diversos tipos de informações disponíveis na internet e até mesmo por serem vítimas de cyberbulling. Desta forma, o acúmulo de fatores prejudicias provenientes da exposição exessiva a telas, afeta diretamente o desenvolvimento e o humor da criança.
Assim, pode-se concluir que a tecnologia proporciona muitos benefícios em diversos âmbitos, principalmente no conhecimento, no entanto, quando usada em exesso, prejudica o desenvolvimento infantil. Para evitar este problema é necessária ação dos pais, estabelecendo regras, monitorando quanto tempo as crianças estarão conectadas e estimulando a prática de atividades que não precise de dispositivos tecnológicos.