O impacto da exposição a telas no desenvolvimento infantil
Enviada em 16/08/2022
Conforme a Primeira Lei de Newton, ou o Código da Inércia, um corpo em movimento tende a permanecer em deslocamento até que uma força contrária seja exercida sobre ele. De maneira análoga, vê-se que o impacto da exposição a telas no desenvolvimento infantil é um óbice que cresce de forma exponencial no Brasil e só uma força revés pode mudar esse percurso. Desse modo, urge que ações sejam tomadas para resolver esse impasse, o qual deriva não só da negligência governamental, como também do descuido dos pais.
Em primeiro plano, é fulcral pontuar que o impacto da exposição a telas no desenvolvimento das crianças surge da não atuação do governo. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado tem como função promover o bem-estar social. Entretanto, isso não ocorre na nação, uma vez que ainda se nota um certo desinteresse das autoridades para a criação de táticas que possam fazer com que esses seres não exagerem na exposição a telas. Dessa forma, é inadmissível que o Poder Executivo nada faça, e isso colabora para que as crianças fiquem de frente a aparelhos eletrônicos de modo exagerado.
Outrossim, vale destacar a ausência dos pais como mais um promotor da questão. Nesse sentido, de acordo com o “G1” ,de cada dez pais apenas dois controlam o tempo de exposição dos seus filhos sobre as telas. A partir desse pressuposto, fica claro que o fato de não se existir um regularmento do tempo de uso das telas favorece para que o impacto desse mal seja incalculável. Destarte, é inaceitável que, em pleno século XXI, os pais não tenham se dado conta de que o excesso de telas para as crianças as deixam com graves problema de visão.
Logo, não há dúvidas de que é preciso que sejam tomadas iniciativas para mudar esse cenário. Por isso, o governo federal, em parceria com o Ministério da Educação, os quais têm como função promover o desenvolvimento social, deve criar nas praças das cidades e até mesmo em programas de televisão palestras que orientem sobre os riscos das crianças ficarem expostas por longas horas nas telas, e isso deve-se fazer por meio de psicólogos e médicos os quais sabem orientar de forma correta. Nessa lógica, o intuito é fazer com que as crianças possam aproveitar as suas infâncias melhor. Só assim, a lei newtoniana será seguida.