O impacto da exposição a telas no desenvolvimento infantil
Enviada em 11/08/2022
A partir da Revolução Industrial, ocorreu significativas mudanças nas relações sociais, atreladas ao uso excessivo de aparelhos eletrônicos. Nesse viés, geralmente, é comum os pais presentearem seus filhos com tablets, celulares e computadores de forma precoce, a fim de suprir a ausência familiar. Com isso, é um desafio a exposição a telas no desenvolvimento infantil. Diante disso, deve-se analisar a ausência de campanhas midiáticas e a falta de programas escolares, no sentido de conscientizar os pais sobre os impactos ocasionados na vida da criança.
Primeiramente, é uma problemática a ausência de campanhas midiáticas para informar os familiares sobre os atrasos no desenvolvimento infantil, devido a exposição as telas. Em consonância com o canal no You Tube da influenciadora Mari Maria, foi relatado o atraso cognitivo, motor e de comunicação de seu filho primogênito, durante o período de pandemia. Nessa analogia, com base na médica de confiança da digital influencer, esses entraves ocorreram devido ao uso excessivo de aparelhos eletrônicos como meio de entretenimento. Nessa perspectiva, esse é exemplo de muitas famílias brasileiras, que não percebem o mal da utilização dessas tecnologias de forma precoce e indiscriminada. Por isso, é crucial que a Mídia elabore campanhas informátivas sobre esse mal do século.
Em segundo lugar, a falta de programas escolares sobre a exposição as telas também, é um problema. Isso porque, atualmente, a maioria dos pais possuem uma carga horária exaustiva de trabalho e, consequentemente, não conseguem dar a atenção necessária aos filhos. Por esse motivo, é comum a família suprir essa falta parental com o uso de aparelhos digitais, que geram ansiedade, dependência e comprometimento socioemocional. Logo, para evitar esses prejuízos na saúde da criança é, fundamental, a ação das escolas para instruir os pais.
Por fim, após os argumentos abordados, medidas são necessárias para reverter esse desafio. Portanto, o Ministério da Educação, adjunto com a Mídia, deve criar projetos de conscientização, a exemplo, das propagandas “leve seus filhos para vacinar”, por meio da instrução de médicos, psicoterapeutas e professores para alertar os prejuizos a saúde dos filhos sobre a exposição a telas dos aparelhos eletrônicos.