O impacto da exposição a telas no desenvolvimento infantil
Enviada em 15/08/2022
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), “Saúde é o estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente a ausência de doença”. Todavia, há muitos que acreditam que estão bem em todos esses quesitos ou que alguém também está, como é o caso de milhares de responsáveis que têm filhos muito jovens e expostos às telas. Essa ocorrência apresenta, de forma mais abrangente, as suas negatividades, graças ao alto período de uso; porém não se pode generalizar a tal ponto de afirmar que apenas estas existem, pois há também as positividades, caso haja a moderação dessa exposição.
Nesse viés, pode-se afirmar que a tecnologia exposta ao público infantil tem os seus pontos negativos, tais como: redução da capacidade motora e transtornos de compulsão alimentar, conforme pesquisas feitas por pesquisadores das Universidades de Toronto e Califórnia, e também pelos do Departamento de Psiquiatria da Escola Paulista de Medicina, respectivamente. Ademais, há também o aumento de insônia, graças à luminosidade desses aparelhos por longos períodos.
Outrossim, também há os pontos positivos do uso de telas por crianças, como: adaptação mais rápida ao sistema de tecnologias do mundo contemporâneo, maior estimulação do cérebro para o processamento de rápidas informações, principalmente quando visita os aplicativos de jogos, e a oportunidade de ter acessos a conteúdos de entretenimento e educacionais de forma prática e simples. Entretanto, para crianças que estão no início do seu desenvolvimento cognitivo e motor, o ideal é que os responsáveis mantenham as telas no dia a dia delas de forma moderada, para que não haja o retardamento.
Portanto, a exposição de telas no cotidiano do público infantil é uma realidade vigente, e que possui seus aspectos negativos e positivos. A fim de amenizar aqueles, faz-se necessário que o Estado promova a criação de políticas públicas acerca do uso controlado e moderado de telas pelas crianças, que devem ser divulgadas e debatidas por meio de debates nas escolas, locais públicos e propagandas. Desse modo, o número de crianças prejudicadas pela alto uso de aparelhos será menor e os pontos positivos continuarão a existir.