O impacto da exposição a telas no desenvolvimento infantil

Enviada em 17/08/2022

No seriado norte americano Big Mouth,é ilustrado a história de Nick Bireck um adolescente viciado em celular.Fora da ficção,o vício em telas se tornou uma problemática,principalmente no cenário pós-pandemia.Em virtude dessa adversidade os jovens atualmente se encontra com baixas habilidades motoras e doenças neurológicas. Visto isso,é visível a necessidade de medidas a respeito desse problema.

A partir desse pressuposto, cabe mencionar que devido a vida cotidiana corrida,o uso do celular se tornou indispensável para todo, porém,o uso de telas na ifância vem preucupando as autoridades. Segundo o Dr Paulo Talles pediatra o uso paremanioso dessas tecnologias pode trazer benéficios, mas o aparelho não pode fazer o papel de babá eletrônica. Diante do que foi exposto, principal causa do uso excessivo de telas oriundo da falta de tempo dos pais que enxerga os meios de entreterimento digitais como forma de manter a criança em inércia.Com isso, aumenta-se o número de horas em celulares e TV ocasionando problemas fisícos e mentais levando a necessidade de ações sobre tal obstáculo.

Outrossim,vale referir das consequências geradas pelo abuso de telas entre crianças e adoslecentes. De acordo com o Centro Cliníco Arcas,além do isolamento social, essa relação de dependência pode desencadear distúrbios psicólogicos como ansiedade e depressão.Mediante a isso,atualmente os jovens se encontram insentos da infância,fase essencial para formação de habilidades motoras,em consequências as gerações atuais se encontram diagnosticadas com ansiedade fazendo o uso de antidepressivos a fim de diminuir o estrago proposto pelo vício.Desse modo torna-se emergencial projetos sobre tal problemática.

Portanto,tendo em vista os pontos mencionados,é notório os impostos da exposição excessivo de telas a crianças e jovens.Com isso, cabe ao Ministério da Educação orgão responsável pela elboração da Política Nacional de Educação, a promoção de palestras no ambito escolar por meio de medicos especialistas em tais distúrbios a fim de concientizar alunos para que dessa forma os discentes alertem os pais sobre o uso de telas e as mudanças necessárias em casa, fazendo com que casos como o de Nick seja amenizado no Brasil.