O impacto da exposição a telas no desenvolvimento infantil

Enviada em 16/08/2022

A chegada da Covid-19 no Brasil, em 2020, demandou o isolamento social e o dever de ficar em casa, como consequência as crianças ficaram a cada dia mais ligadas aos dispositivos eletrônicos. Nesse sentido, vivendo os reflexos dessa ação, tal comportamento se mantém, pois percebe-se o impacto da exposição a telas no desenvolvimento infantil, assunto que merece atenção, seja pela saúde, seja pelos hábitos.

Primeiramente, levando-se em consideração a pirâmide das necessidades humanas, proposta por Maslow, em que a segurança da saúde tem posição de destaque para o bem-estar do indivíduo, nota-se que quanto maior tempo a criança se manter exposta as telas menos será sua saúde corporal. Isso ocorre porque ao estar completamente envolvida com as telinhas o comportamento alimentar acaba mudando, uma vez que o corpo reage de forma negativa, foto que pode levar ate a compulsão alimentar. Logo, é preciso agir para mudar essa situação.

Ademais, colocando-se em pauta a teoria do fato social, proposta por Durkheim, onde determinadas ações tornam-se tão comuns à comunidade que acabam solidificando-se em sua cultura, observa-se que o hábito de ficar em casa sempre ligados as redes sociais afetou gradativamente a população. Tal fato se dá pois o costume de ligar a tv ou algum aparelho celular é rotineiro, já que prede a atenção por diversas horas, o que atrapalha nas horas de sono e prejudica na efetuação de atividades físicas. Dessarte, é necessário a criação de formas pra diminuir esse entrave.

Portanto, haja vista a problemática dos impactos da exposição a telas no desenvolvimento infantil, é preciso que o Governo, em parceria com o Ministério da Educação, promova paletras educativas em escolas para pais e alunos, por meio de campanhas educativas e projetos que desloquem as crianças de casa para se conectar com a natureza, com a participação de profissionais da área, de forma que esse problema seja sanado.