O impacto da exposição a telas no desenvolvimento infantil

Enviada em 21/08/2022

Platão, grande filósofo grego da Antiguidade, defendia que “O importante não é viver, mas viver bem”. No entanto, ao atentar-se para o cenário de exposição a telas no desenvolvimento infantil, percebe-se o impacto negativo e que existem desafios que impedem que o fomento de bem-estar mencionado pelo pensandor seja efetivado. Assim, é notório que, o retardo no desenvolvimento e sedentarismo se relacionam para promover tal impasse.

Sendo assim, evidencia-se o retardo de desenvolvimento como um agente impulsionador nos casos, pois com o uso prolongado de telas em geral, a criança não tem estimulos para se movimentar e falar, apenas fica parada assistindo ao seu vídeo/jogo.

Ademais, por consequência, o sedentarismo é outro fator que tonifica o revés. Visto que, em frente a telas a atividade física é inibida de suas rotinas, sujeitando-as à várias doenças na fase adulta. Dessa forma, é de extrema urgência que o Estado tome providências para que o pleno direito à saúde presente na Constituição Federal de 1988 seja vivido.

Portanto, os pais devem impor limites quanto ao uso de telas no modo geral, visando um pleno desenvolvimento em seus filhos e uma boa qualidade de vida. Em paralelo, instituições de ensino públicas e privadas devem, junto ao Ministério da Sáude, intensificar as ações do Programa Saúde na Escola, de modo que as atividades físicas sejam incluídas diariamente nas escolas e assim tornando-se parte fundamental de suas rotinas; bem como palestras informativas quanto ao uso de smartphones, tablets, video-games em excesso. Feito isso, haveram melhoras significativas na qualidade de vida do grupo infantil e o bem-estar mencionado por Platão, será de fato, realidade.