O impacto da exposição a telas no desenvolvimento infantil
Enviada em 04/09/2022
A Constituição Federal de 1988- norma de maior hierarquia no sistema judiciário brasileiro- assegura a todos os brasileiros o direito à dignidade humano. Entretanto, esse princípio não é efetivado na prática, uma vez que o impacto da exposição a telas acarreta danos negativos no desenvolvimento das crianças no país. Desse modo, a fim de mitigar os males relativos a essa problemática, é importante analisar questões como o retrocesso cognitivo, além de doenças psicológicas.
Em primeiro plano, é crucial ressaltar que o uso exacerbado desses mecanismos móveis pode causar sérios problemas de saúde, como: retrocesso cognitivos. Nesse viés, segundo uma pesquisa elaborada pela universidade Estadual de Campinas, as crianças que passam muito tempo diante de telas desenvolvem problemas cognitivos, gerando dificuldades de aprendizados, raciocínio e organizar pensamento. Dessa forma, essa pesquisa mostra o grave problema vivenciado pela população, visto que um substancial parcela de crianças estão cada vez mais cedo tendo acesso aos meios de tecnologias.
Ademais, é imperioso pontuar que as crianças estão sujeitas a donos psicológicos causado pelo vício de uso abusivo do celular. Nesse sentido, o Iluminismo assentou no século VII, a Declaração dos Direito do Homem e Cidadão e definiu que todos os seres humanos fazem jus às condições dignas de subsistências. Por isso, o problema é que não é possível proporcionar qualidade de vida garantido pelos iluministas, enquanto na sociedade brasileira muitas crianças sofrem de ansiedade, de impulsividade e até mesmo de depressão, motivado pela dependência dos celulares.
Portanto, diante desse cenário, faz-se urgente a implantação de medidas publicas para alterar esse panorama. Nesse âmbito, cabe ao Governo Federal, juntamente com escolas publicas e privadas criar projetos sociais, por meio de palestras, campanhas com profissionais especializado na área, como psicólogos e sociólogos, com o objetivo de informar e conscientizar os alunos, sobretudo os pais sobre os problemas provocado no desenvolvimento infantil gerado pelo uso excessivo das telas.