O impacto da exposição a telas no desenvolvimento infantil

Enviada em 01/10/2022

Desde o século XVI, com a primeira Revolução Industrial, obeserva um cresci-mento exponencial no desenvolvimetno de novas tecnologias, a humanidade pa-ssou em poucos séculos, das máquinas a vapores para os super computadores. Di-ante disso, na atual conjuntura brasileira, nota o desenvolvimento de crianças vici-adas em eletrônicos. E que, por usarem essas tecnologias com excesso, geram diversas consequências. Dessa forma, a irresponsabilidade da familia e do Estado corrobora com a problemática.

Primeiramente, torna-se evidente o descaso do Estado sobre esse viés. Diante dessa perspectiva, e pertinente ressaltar, que segundo o artigo 227° da Constitui-ção Federal de 1988, é dever do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida e a saúde. Desse modo, percebe que o Estado não tem cumprido com a Constituição, uma vez que o uso excessivo de eletrônicos pelas crianças, pode trazer consequências físicas, mentais e sociais, que podem futuramente dificultar a inserção desses indivíduos na sociedade.

Ademais, vale ressaltar a incompetência da família como pilar da chaga. Diante disso, é conveniente enfatizar, que segundo artigos científicos, os celulares e os de-mais aparelhos, ativam continuamente o sistema de recompensa, estrutura do cé-rebro que recebe toda atividade prazerosa, e é esse estímulo constante que gera a dependência. Logo, percebe que acesso não monitorado pelos pais, a esses apare-lhos faz com que as crianças desenvolvam uma dependência as telas.

Com base no exposto, percebe a necessidade de medidas que não apenas fa-çam com que as crianças não desenvolvam a problemática, mas que também con-siga ajudar aquelas que já possuem. Assim, o Estado junto com as escolas, devem fornecer as crianças e aos jovens, atividades recreativas - em períodos opostos as aulas - fazendo com que desenvolvam a cordenação motora e evitem os aparelhos eletrônicos. Em adição, os reponsaveis devem monitorar - por meio de aplicativos - o tempo de tela das crianças, não deixando elas extrapolarem.