O impacto da exposição a telas no desenvolvimento infantil

Enviada em 08/11/2022

De acordo com o conceito ´´banalidade do mal``, trazido pelo filósofa Hannah Arednt, quando uma atitude hostil ocorre constantemente, a sociedade passa a vê-la como banal. Na realidade, isso pode ser observado na medida em que a invisibilidade sobre essa exposição excessiva e a falta de política de controle dos pais sobre o uso das telas configuram os impactos dessa exibição. Dessa forma, faz-se imprescindível remediar esse imbróglio em prol da harmonia social e familiar.

Em primeira análise, é importante destacar que os aparelhos eletrônicos têm uma influência muito grande na vida das pessoas, mas, especialmente durante o amadurecimento infantil. Segundo Jean Piaget, pensador suíço, ´´a infância é o tempo de maior criatividade na vida de um ser humano``. Paralelo a isso, a exposição exagerada pode trazer riscos a saúde das crianças que fazem o uso regurlamente dos dispositivos eletrônicos. Dessa maneira, quanto menos a população não se informar sobre os riscos da exposição, mais haverá desafios para combater esse impasse.

Em segunda análise, segundo o inventor norte-americano Steve Jobs ´´a tecnologia move o mundo``. Entretanto, durante a fase de desenvolvimento de uma criança, a exibição longa e contínua as telas trazem efeitos negativos no amadurecimento infantil e muitos pais, às vezes por falta de tempo e informação, deixam seus filhos no celular, tablet e televisão por horas. Além disso, durante a pandemia, o uso dos aparelhos aumentou, pois as escolas passaram a ter aulas online e, muitos responsáveis também passaram a trabalhar por meio de dispositivos eletrônicos, o que facilitou o uso dos pequeninos.

Portanto, são necessárias medidas capazes de mitigar a problemática. Para tanto, urge que, a fim de dimuir o tempo de uso, o Ministério da Saúde deve fazer campanhas de conscientização, de modo a incentivar os pais a realizarem atividades e hábitos saúdaveis sem fazer o uso dos dispositivos, como ajudar nas tarefas domésticas e atividades recreativas. Ademais, as escolas devem fazer reuniões regurlamente com os pais alertando sobre os riscos da exposiçao aos aparelhos. Assim, a realidade poderá ser diferente.