O impacto da exposição a telas no desenvolvimento infantil
Enviada em 10/02/2023
De acordo, com o historiador José Murilo de Carvalho para que haja uma cidadania completa no Brasil é necessária a coexistência dos direitos sociais, políticos e civis. No entanto, o impacto da exposição a telas no desenvolvimento infantil impede que esse pilar civil seja garantido. Com base nesse viés, é fundamental discutir a negligência familiar bem como distração passiva.
Com efeito, nota-se que a negligência familiar, contribue para a perpetuação do uso excessivo de telas. Isso acontece, porque os pais estão sendo alvos e usados como espelho, refletindo assim no comportamento e influência dos seus filhos. Segundo o site Veja Saúde em meio aos adolescentes, o consumo diário é equivalente a 45%, quase metade do tempo em que ficam acordados. Dessa forma, é imprescindível combater a negligência familiar, visto que os pais não imponha regras, ensinos e tempo lúdico aos seus filhos.
Além disso, a distração passiva reflete, também, na manuntenção de uma sociedade com mais problemas mentais e físicos. Tal questão ocorre, pois a exposiçao indevida ao uso de telas vem sendo prejudicial. Ao retratar os problemas mentais entra em discussão os comportamentos ansiosos, que atualmete é o ponto chave para diversos jovens, que desenvolve a ansiedade por traumas de infância, rotinas aceleradas ou exposição a telas que por fim gera sentido e funções diversas desenvolvendo assim grandes efeitos colaterais.
Afim de solucionar esse impasse, é necessária a mobilização de certos agentes implicados no problema. Portanto, a família cuja função de aconcelhar e servir de exemplo para o seus filhos, deve aplicar uma rotina mais lúdica e oferecer um prazo menor para o uso de telas. Como resultado dessa nova perpectiva, pais e escolas deveriam sinalizar aos futuros joves a importância de conservar a sua saúde mental e física, afim de evitar problemas futuros.