O impacto da exposição a telas no desenvolvimento infantil
Enviada em 21/04/2024
O impacto da exposição a telas no desenvolvimento infantil tende a ser prejudicial, pois as crianças passam muito tempo frente a telas de smartphones, tablets, televisão, entre outros. É um problema que afeta muitas crianças brasileiras por falta de informação dos males por parte dos pais. Muitas vezes, os pais deixam os filhos por horas em frente a esses aparelhos porque as crianças ficam quietas durante esse período.
Primeiramente, essa prática é muito comum, onde os pais muitas vezes querem trabalhar ou fazer alguma atividade e ligam os aparelhos para manter as crianças entretidas. Com isso, podemos ver que um dos canais com mais visualizações no YouTube no Brasil é o canal da Galinha Pintadinha. Dessa forma, crianças que usam esses aparelhos sem fiscalização dos pais de forma excessiva acabam adquirindo problemas como obesidade, sedentarismo, perda cognitiva, entre outros.
Além disso, de acordo com a pesquisa da Deloitte divulgada no segundo semestre de 2018, nos anos de 1990 a 2000, os smartphones já fazem parte da rotina de 92% dos brasileiros. Além disso, especialistas recomendam que os pais não deixem que crianças abaixo de 1 ano tenham contato com smartphones ou tablets, e que só entre 2 e 5 anos podem usar esses aparelhos durante 1 hora por dia. No entanto, programas educativos e de desenvolvimento devem ser supervisionados e controlados pelos pais.
Desta forma, é necessária uma atenção mais rigorosa com a exposição das crianças a telas. A longo prazo, a Organização Mundial de Saúde (OMS) deve adotar medidas educacionais para os pais dessas crianças, com o objetivo de diminuir os problemas gerados por essa exposição prolongada à tela. A curto prazo, é de suma importância que os pais coloquem limites de tempo e também selecionem que tipo de conteúdo seus filhos vão ver, para diminuir e extinguir os danos causados.