O impacto da exposição a telas no desenvolvimento infantil
Enviada em 12/09/2024
Perigoso. Esse é um das melhores características para se descrever o impacto da exposição a telas no desenvolvimento infantil. Essa exposição pode trazer consequências sérias a vida da criança. Tal problemática se dá, pelo vício e uso excessivo ou não de telas em crianças, que possuem uma idade muito jovem, e a probabilidade de sérios problemas no crescimento juvenil.
Diante desse cenário, é importante ressaltar a importância de evitar o uso de celular em crianças. Essas pessoas podem adquirir um vício de telas, o que desencadeia um aumento da dopamina no cérebro, que consequentemente possa criar um ciclo vicioso na criança. Com este vício, as crianças poderão ter problemas na saúde mental e social e acarretar problemas futuros. Quanto mais as crianças mexem nas telas, mais elas não querem sair. O vício pode dificultar e muito a vida da criança e impedí-la de fazer outras atividades saudáveis.
Certamente, há vários problemas que podem ser prescritos pelo uso de celulares em crianças: Problemas no sono, devido à exposição à luz azul constante e na hora de dormir, Falta de atividades físicas, pois a criança vai custar mais seu tempo em algo que ela vai preferir fazer, que é o celular, vai afetar seu desempenho escolar, dentre outros. Pesquisas indicam que com o uso excessivo de redes sociais e jogos eletrônicos aumentam o risco de ansiedade, depressão, baixa autoestima e isolamento social.
Portanto, diante aos impactos relatados sobre o celular na vida dos mais jovens, é mister que a OMS (Organização Mundial da Saúde) juntamente com o Ministério da Educação incentivem a população à decretar a proibição de aparelhos eletrônicos para as crianças e um limite aos adolescentes de campanhas de conscientização à população, com o objetivo de finalizar os problemas que essas pessoas adquirem na fase de desenvolvimento e garantir uma melhor saúde para a população mais jovem no cenário global. Cabe aos responsáveis tomarem uma descisão para que as condições das crianças e adolescentes sejam mais propícias ao crescimento mais efetivo na aprendizagem, educação e saúde.