O impacto da exposição a telas no desenvolvimento infantil
Enviada em 16/09/2024
É de conhecimento geral que, desde a primeira Revolução Industrial, há uma constante evolução na tecnologia, dessa forma, a busca pela posse de aparelhos que garantam praticidade e entretenimento se tornou essencial. Por essa razão, o progresso tanto cognitivo quanto em relação ao desenvolvimento físico dos jovens, atualmente, enfrenta diversos desafios, tendo como principais: a dificuldade na concentração e sono desregulado, possivelmente levando à baixa estatura. Dessa maneira, se fazem necessárias medidas que solucionem essas questões.
Sob uma primeira análise, tem-se que distúrbios de sono ocorrem em cerca de 70% das crianças com idade entre 6 e 17 anos. À vista disso, tem-se a obra “O Dilema das Redes”, é crucial para se entender o distúrbio do sono nas crianças, uma vez que o uso excessivo de aparelhos eletrônicos antes de dormir altera a produção de melatonina, hormônio responsável pela regulação do sono, afetando diretamente o desenvolvimento saudável dos jovens
Além disso, a teoria de Marshall McLuhan, ao afirmar que “o meio é a mensagem”, explica como a forma de interação com as telas influencia o comportamento das crianças, moldando seu desenvolvimento de maneira profunda. Nesse contexto, o meio digital, ao substituir interações sociais físicas e atividades ao ar livre, compromete tanto o progresso cognitivo quanto o físico. A falta de sono adequado, associada à exposição excessiva às telas, também interfere na capacidade de concentração, impactando diretamente o desempenho escolar e o desenvolvimento pleno.
Portanto, pode-se mencionar a música Welcome to the machine, do grupo musical Pink Floyd, que retrata sobre o controle que as “máquinas” exercem sobre os jovens, logo, é indispensável que estratégias sejam adotadas para minimizar esses efeitos, como a implementação de políticas educacionais que incentivem um uso mais consciente da tecnologia, além de campanhas de conscientização nas instituições de ensino que retratem sobre os riscos do uso exacerbado de aparelhos, também orientando os responsáveis legais na educação dos pequenos, assim, promovendo uma boa qualidade de vida e desenvolvimento adequados aos menores.