O impacto da exposição a telas no desenvolvimento infantil
Enviada em 13/09/2024
É evidente como o impacto da exposição infatil às telas afeta o desenvolvimento representa um desafio para uma sociedade alienada e corrompida como a brasileira. Inicialmente, isso é fruto da crescente digitalização de atividades cotidianas e educacionais e da facilidade de acesso a dispositivos eletrônicos. Nesse contexto, ao analisar os fatores supracitados, percebe-se que a problemática, além se ser uma realidade, tende a potencializar e agravar a imoralidade inata.
De início, entende-se que a crescente digitalização de atividades cotidanas e educacionais é um fator crucial para a existência do entrave, porque desde a infância, as telas são implementadas como ferramentas de aprendizagem, com o uso de aplicativos educativos, jogos interativos e aulas online. Segundo Durkhein, o fato social é uma maneira coletiva de agir e pensar. Seguindo esse raciocíneo, nota-se que o problema já se tornou cotidiano e a população habituou-se a ele. Assim, o problema persiste na sociedade.
Além disso, a facilidade de acesso aos dispositivos eletrônicos também dificulta a atenuação do impasse, em virtude de muitos pais que, por falta de tempo ou alternativas, recorrem às telas como uma forma de manter os filhos ocupados. Conjuntamente, é possível constatar, a partir da literatura machadiana, que o homem é visto como um ser corrompido e sem princípios. Desse modo, ao enxergar a permanência do problema, compreende-se a existência dessa conduta passiva e ineficaz praticada pelo cidadão brasileiro, já que ele inclina-se a ser insignificante.
Concluindo, a exposição excessiva às telas na infância pode trazer sérios prejuízos ao desenvolvimento cognitivo, social e físico das crianças. Embora a tecnologia faça parte do cotidiano moderno, é essencial que seu uso seja equilibrado e supervisionado. Portanto, devem ser criadas campanhas de conscientização voltadas para os pais e responsáveis. Além disso, cabe à sociedade, especialmente às famílias e instituições educacionais, promover práticas que limitem o tempo de tela e incentivar o uso consciente da tecnologia. Assim, a problemática seria abssolvida.