O impacto da heteronormatividade compulsória nas escolhas afetivas
Enviada em 23/05/2023
A ironia de pensar que apenas a heteronormatividade - só o relacionamento com sexo oposto que deveria-se existir (homem e mulher) - é tão presente em nossa atual sociedade. Em uma época onde ser gay, lésbica, homossexual, bissexual ou entre outros, é sinônimo de “estar fora do padrão estipulado pelas famílias brasileiras”. Eventualmente, uma criança que já demonstra sinais de sexualidade diferente da “normal”, já inicia o duro processo de enfrentar a discriminação. Já adultos que optaram em se esconder da socieade/família por medo do julgamento, sofrem mais ainda tendo que esconder sua verdadeira identidade. Um dos grandes culpados, é a nossa querida mídia, por mostrar ao mundo somente o que considera politicamente correto, praticando a exclusão.
Primeiramente, a comunidade LGBTQIAP+ é a mais atingida e é a fonte principal de ataque nas diversas redes sociais. Com efeito, a mídia enfrenta grandes picos de interdição temporária - durante 5 horas as redes sofrem com bugs ou são retiradas do ar até que os suspeitos sejam identificados - prejudicando não só os trabalhadores dessas redes como também, a população que á utiliza para o bem. Fica visível que é necessário a mudança de comportameto dos cidadãos e aceitar que existe diferentes gêneros que habitam a nossa agremiassão.
Em segundo plano, é primordial que os familiares - pilares de sustentação de todos os seres humanos e principal agente educador - pratique o acolhimento de seus filhos, e que deixem ter a livre escolha de qual sexualidade lhes é destinada a se seguir. Ocasionalmente, é necessário, que os pais eduquem seus descendentes para que, futuramente ao amadurecerem, se tornem cidadãos civilizados e que saibam respeitar quem possui sexualidade diferente da qual se encontra.
Por fim, o impacto da heteronormatividade compulsória nas escolhas afetivas tem grande impacto na vida pessoal de cada individuo. Portanto, é notório que novas práticas devem ser adotas por toda a sociedade, a mudança deve iniciar em cada pessoa no seu eu interior. Convém também, a mídia mudar sua forma de públicar as matérias, dando mais espaço para a comunidade LGBTQIAP+ falar sobre a sexualidade e como acolher seu respectivo parente/filho, ajudando assim os individuos que sofrem com a dura tarefa de revelar sua “nova” sexualidade.