O impacto da tecnologia na educação
Enviada em 13/03/2022
A pandemia de COVID-19 -acontecimento mais impactante do século XXI-, acelerou um movimento que já era tendência há muito tempo: a tecnologia como fator primordial na educação. Diante disso, o ensino apresenta-se mais dinãmico e produtivo, conquanto, essa evolução ainda encontra barreiras para sua solidificação.
Sob essa análise, cabe enfatizar que a tecnologia salvou a educação no período pandêmico, sem ela seria praticamente impossível garantir o acesso à educação pelo distanciamento imposto na sociedade. Nesse cenário, o ativista Nelson Mandela afirma que a arma mais poderosa para mudar o mundo é a educação, de fato, ele tem razão, pois o uso de celulares, notebooks, tablets e a internet ampliaram o apanágio do ensino-aprendizagem mundialmente. Todavia, é preciso ter muito cuidado no uso das tecnologias educacionais para ela não se tornar um fator de distração.
Ademais, é preciso ressaltar a inércia governamental no que tange aos investimentos em tecnologias na educação. Sob esse fato, o escritor Thomas Hobbes diz, em seu livro “Leviatã”, que é obrigação do Estado garantir meios que auxiliem o progresso comum. Nessa lógica, o governo tem falhado em disponibilizar o pleno acesso à educação, como previsto na Carta Magna do país, em seu artigo 6, pois, ainda, é visível o “gap” no uso de ferramentas tecnológicas em regiões urbanas e rurais, acentuando ainda mais a desigualdade educacional.
Infere-se, portanto, que a tecnologia na eduação traz benefícios aos alunos e professores. Dessa forma, O poder público, por meio de investimentos no Ministério da Educação em parceria como o Ministério da Tecnologia, deve promover o uso de ferramentas tecnológicas em todas as regiões do país, principalmente nas mais carentes, ampliando o acesso à internet, fornecendo produtos, treinamentos e palestras. Diante do exposto, a afimação de Mandela se tornaria mais evidente hodiernamente.