O impacto da tecnologia na educação

Enviada em 31/10/2021

A Constituição federal de 1988 é a lei fundamental e suprema do Brasil, no qual promete assegurar o direito à educação e ao bem-estar de todos os indivíduos brasileiros. Entretanto, na prática, tal garantia é deturpada, visto que os impactos ocasionados pelas tecnologias no setor educativo não se encontra efetivado na sociedade nacional. Nesse contexto, percebe-se a configuração de um complexo problema, que se enraíza na negligência governamental e na exagerada conexão. Diante disso faz-se imperiosa a análise dessa conjuntura com o intuito de mitigar os entraves para a consolidação dos direitos constitucionais.

Dessa forma, em primeira análise, a ineficiência governamental é um desafio presente no problema. Segundo o Contrato Social – proposto pelo contratualista John Locke-, cabe ao Estado fornecer medidas que garantem ao bem-estar coletivo. Porém, tal responsabilidade não está sendo horada quanto ás implicações gerada por critérios da tecnologia na educação à medida que o governo não tem investido o bastante no setor educativo, promovendo essa ferramenta nas escolas de forma avança no processo de ensino e de se adequar a nova realidade do mundo, onde as crianças desde novas já sabem utilizá-la de maneira fácil e ágil. Assim, para que tal bem-estar seja usufruído, o Estado precisa sair da inércia em que se encontra.

Além disso, outro fator influenciador é a abundante atual conexão. De acordo, com https://www.sophia.com.br/blog/gestao-escolar/conheca-os-impactos-da-tecnologia-no-ensino, hoje, não é difícil encontrar crianças de um ano e meio manuseando um smartphone para assistir a desenhos. Diante de tal exposto, nota-se uma excessiva conexão dos meios desde cedo por crianças isso favorece uma dependência o que poderá gera problemas psicológicos como ansiedade e depressão. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Portanto, tais entraves precisam ser solucionados. Para isso, o governo federal deve criar uma agenda específica para combater os impactos ocasionados pela tecnologia na educação, por meio da organização de fundos e projetos, a fim de reverter à inércia estatal que afeta uma parte da sociedade brasileira. Tal ação pode, ainda, contar com consultas públicas para entender as reais necessidades da população. Paralelamente, é preciso intervir sobre a venerável conexão presente no problema. Deste modo, tornar-se-á possível a construção de uma sociedade permeada pela efetivação dos elementos elencados na Magna Carta.