O impacto da tecnologia na educação
Enviada em 01/11/2021
“O progresso é impossível sem mudanças.” Essa máxima, realizada a Bernard Shaw, exprime a importância da transformação quanto ao desenvolvimento de uma nação. Nesse contexto, alterações são necessárias no que tange ao impacto da tecnologia na educação, sendo fundamental a intervenção do governo para equalizar esse meio para todos os cidadãos. Essas necessidades tornam-se evidentes não só devido à falta de acesso que prejudica a população, mas também o desenvolvimento precário em torno da banda larga brasileira.
A princípio, o sociólogo Daniel Guimarães afirma que as regiões brasileiras sofrem com uma grande desigualdade financeira, dessa forma, a educação que deveria ser equalitária, se torna inalcançável para os mais vulneráveis quando relacionada ao uso da tecnologia. O Ministério das Comunicações mostra, em seus dados divulgados em 2020, que 50% da população brasileira que reside nas áreas rurais, não possuem acesso à internet, e o principal motivo é por não saber usar. Logo, é evidente que o uso da tecnologia é um marco importante para o desenvolvimento, porém, é um grande estopim para o aumento da desigualdade educacional.
Ademais, para um uso funcional da tecnologia na educação, é necessário uma banda larga rápida e eficiente, porém, o Brasil atua em contrapartida quando relacionado aos outros países. Uma pesquisa realizada pelo site “SpeedTest”, que avalia a velocidade da internet das pessoas, afirma que o Brasil se encontra abaixo da média quando o assunto é velocidade. Sendo assim, a falta de recursos tecnológicos, no âmbito da educação, se torna precária, e prejudica no desenvolvimento acessível.
Diante do exposto, medidas práticas são necessárias para que, de fato, a sociedade brasileira alcance o progresso, conforme sustentara Bernard Shaw. Logo, em relação ao impacto da tecnologia na educação, cabe ao Governo Federal estimular as famílias brasileiras na implementação da internet em suas casas, criando grupos de assistência especializados em educar as pessoas que não sabem utilizar a banda larga. Desse modo, almeja-se uma sociedade mais consciente em relação à tecnologia e um desenvolvimento justo e funcional.