O impacto da tecnologia na educação
Enviada em 02/11/2021
A globalização, surgida no século XXI, trouxe uma maior velocidade de informações e um maior consumo de produtos tecnológicos, como smartphones, tablets , computadores etc. Esse fato observa-se, sobretudo, no meio educacional do mundo, especialmente no do brasileiro. Apesar de originalmente essa revolução técnico científica ajudar na dinâmica do planeta, ela fez surgir novos desafios no âmbito educacional, seja pela alta sujeição que inúmeros alunos ficaram da ciência, seja pelo prejuízo às suas saúdes.
Em primeiro lugar, a alta dependência da tecnologia faz com que o aluno fique confortável e não busque meios próprios de evolução ou interação social. Como retrata Kant em sua teoria sobre a menoridade, o homem, em estado de comodidade dependo de algo ou outrem para tomar decisões, não busca evoluir e, se não houver uma busca própria de evolução ou alguém que o tire desse estado, ficará assim por um grande período. Com isso, consequências como a estagnação intelectual, preguiça e a busca imediata de solução de problemas toma conta da vida de um estudante. Isso, assim, apenas reforçará o caráter dissociativo de uma sociedade que busca sempre a solução mais simples e prática, o que estimula a maioria dos alunos a não se esforçarem para obter algo.
Em segunda análise, a tecnologia no ambiente educacional prejudica também a saúde do estudante. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o uso intensivo de tecnologias pode causar insônias, prejuízos à visão e dores. Visto isso, milhares de alunos, em um meio educacional em que predomina a ciência, com certeza terão problemas em suas vidas, o que impactará não só na sua performance escolar, como também nas suas relações sociais. Portanto, o uso de tecnologia na educação poderá causar danos em uma sociedade brasileira desigual, o que dificultará ainda mais o progresso e evolução do país.
Dessa forma, a tecnologia na esfera educacional impactaria em estudantes dependentes e em danos à saúde dos alunos. Nesse contexto, o Estado brasileiro deve, por meio do Ministério da Educação, criar normas curriculares que conscientizem alunos a exercitar a procura por outras formas de alcançar o conhecimento, como em livros impressos, dúvidas com colegas, menos uso de ceuluares em salas de aula etc. Nisso, estimularia a diminuição da dependência tecnológica e traria, além da uma maior interação social, um menor dano em suas sáudes. Logo, assim, ajudaria alunos de todas as idades a ter uma maior maturidade e independência sobre a educação, ajudando na evolução pessoal e social diante de uma sociedade desigual e problemática.