O impacto da tecnologia na educação
Enviada em 02/11/2021
Com o advento da internet, em 1969, nos Estados Unidos, acompanhada da Revolução Técnico-científico-informacional, o desenvolvimento de aparelhos eletrônicos, como celulares, computadores e, a recente, realidade virtual, foi uma consequência direta desse progresso tecnológico. A partir disso, por conta de toda a imersão global, gerada pelo domínio da tecnologia, a educação foi, também, um dos setores sociais atingidos e que está em um processo de reformulação, inclusive no Brasil. Desse modo, é de importância capital a reestruturação do ensino, que acompanhe, mutuamente, as mudanças provocadas pela globalização, para que não haja defasagem social e educacional.
Nesse sentido, é imprescindível que haja uma adaptação dos países ao novo modelo de relações e fluxos informacionais. Acerca disso, é pertinente abordar a célebre frase de John Fitzgerald Kennedy, ex-presidente estadunidense, que diz: “A mudança é a lei da vida. E aqueles que apenas olham para o passado, ou para o presente, irão com certeza perder o futuro”. Sob essa ótica, a máxima permite a conclusão de que, se um país, ou povo, não se adapta à mudança, ele terá sérios problemas, sejam econômicos ou sociais. Ademais, quando se trata de uma nação, aderir-se às novas tecnologias é um total sinônimo de progresso, porque, hoje, um Estado detentor de um elevado conhecimento tecno-científico é considerado mais desenvolvido e importante, globalmente.
Além disso, se um dos fatores que classificam o sucesso de um país é o desenvolvimento tecnológico, é necessário, primeiro, que haja transformações na infraestrutura e investimentos nos setores educacionais. A título de exemplo, há, como referência, o “software” utilizado na medicina da Faculdade Albert Einstein, que auxilia os alunos nos estudos, aumenta o aprendizado sobre o corpo humano e a utilização de aparelhos médicos nos hospitais, com a finalidade de aumentar a segurança na hora de praticar determinados procedimentos. Nesse contexto, conforme ocorre a produção de novos conhecimentos e o aperfeiçoamento de ferramentas, amplia-se a qualidade do ensino e possibilita o surgimento de inovações tecnológicas, decorrentes da maior capacitação cognitiva dos alunos.
Portanto, medidas devem ser tomadas para que se observe progresso no sistema educacional, em conjunto com a ciência. Para tanto, o Ministério da Educação, órgão responsável pelo gerenciamento dos métodos e conhecimentos aplicados nas escolas, deve, por meio de verbas do Tribunal de Contas da União, informatizar o ensino dos alunos com computadores, de modo a interá-los mais e propiciar um ambiente adequado à evolução individual do estudante. Assim, conforme aprende, o futuro universitário apresentará um desenvolvimento cognitivo interessante, capaz de desenvolver e produzir conhecimento de relevância (inter)nacional, o que aumentaria a importância do país no quadro global.