O impacto da tecnologia na educação

Enviada em 03/11/2021

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948, pela ONU (Organização das Nações Unidas), assegura a todos os indivíduos direito à educação e bem-estar na sociedade. Entretanto,  o processo de ensino muda conforme a evolução da sociedade, durante a Revolução Tecnológica a desigualdade na educação se mostrou maior nas escolas brasileiras.

Em primeiro lugar, é crucial pontuar a ausência de medidas governamentais para combater a desigualdade educacional, pois durante a pandemia do Covid-19 a tecnologia se tornou uma grande aliada dos estudantes. Diante dessa perspectiva, escolas e alunos do ensino público são prejudicados pelo sistema, de acordo com o G1, 20% da população não possui acesso à internet, aumentando a diferença da educação de cada brasileiro. Nesse sentido, essa declaração, segundo John Locke, configura-se como uma violação do ‘contrato social’, já que o Estado não cumpre sua função de garantir direitos indispensáveis, como a educação e igualdade social, o que é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar a falta de investimentos de tecnologia educacional como impulsionador da diferença na educação. Diante desta realidade, as instituições não possuem verba para incluir o novo sistema de ensino que surgiu com a Revolução Tecnológica, para atender aos estudantes, deixando o Brasil atrasado em relação aos outros países. Logo, é inadimissível que o cenário continue.

Contudo, é imprescindível que o Governo Federal, por intermédio do Ministério da Educação, proponha novos recursos tecnológicos para escolas e alunos, garantindo uma educação de qualidade para todos os alunos durante a fase de pandemia, com o fim de reduzir a desigualdade no sistema de ensino. Assim, se consolidará uma sociedade em que o Estado desempenha corretamente seu contrato social, como afirma John Locke.