O impacto da tecnologia na educação

Enviada em 10/11/2021

A geração da internet, também conhecida como “geração Y”, se desenvolveu em uma época de grandes avanços tecnológicos. Logo, nota-se que, as redes de ensino não se instalaram isentas de efeitos colaterais, dentre os quais se destaca o impacto da tecnologia na educação. Desse modo, torna-se urgente analisar os efeitos dessa problemática: a falta de investimentos e problemas neurológicos.

Diante desse cenário, cabe afirmar que a falta de verba é um impulsionador direto na adesão aos recursos tecnológicos no âmbito educacional. A respeito disso, sabe-se que, segundo o filósofo Karl Marx, a base de uma sociedade é o capital. Nesse contexto, sem investimento financeiro muitas escolas e universidades sofrem com a impossibilidade de se adequarem às novas formas de ensino, fazendo com que só aumente a desigualdade social. Dessa maneira, é premente combater esse impasse na proliferação desses avanços.

Ademais, é válido ressaltar que os problemas neurológicos também se configuram como um grave impacto da tecnologia na educação. Sobre essa premissa, com base na Neurociência Moderna, os celulares, notebooks e tablets acionam excessivamente o sistema de recompensas do cérebro humano, por meio de estímulos visuais e emocionais. Por conseguinte, o uso descontrolado desses aparelhos reduz a capacidade de foco e concentração, fazendo com que o processo de aprendizado seja comprometido. Portanto, fica indubitável que a potência do cérebro é prejudicada.

Sendo assim, é indispensável a adoção de medidas capazes de assegurar a resolução do problema. Dessa forma, o Ministério da Educação - órgão do governo federal do Brasil - deve investir na implementação da tecnologia nas escolas que carecem desses novos recursos, através do fornecimento de notebooks, tablets, entre outros equipamentos, a fim de tornar acessível à todos os alunos. Concomitantemente, os professores devem determinar um tempo de uso desses aparelhos em sala de aula, com o intuito de diminuir a desconcentração e os riscos de vício. A partir dessas ações, a “geração y” desfrutará da tecnologia na educação sem ser prejudicada.